Samyutta Nikaya IX.1

Viveka Sutta

Isolamento

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Assim ouvi. Em certa ocasião, um certo bhikkhu estava entre os Kosalas numa certa floresta. Agora, naquela ocasião, enquanto aquele bhikkhu estava no seu retiro diário, ele não conseguia deixar de pensar pensamentos inábeis conectados com a vida em família.

Então, uma devata que habitava aquela floresta, sentindo compaixão por aquele bhikkhu, desejando o bem dele, desejando estimular nele um senso de urgência, foi até onde ele estava e recitou os seguintes versos:

“Desejando o retiro você se isolou na floresta,
no entanto a sua mente flui para fora.
Remova, homem, o desejo pelas pessoas;
então você será feliz, desprovido de cobiça.

“Você tem de abandonar o descontentamento, ter atenção plena -
deixe que eu lhe recorde o caminho do bem.
Difícil de cruzar, de fato, é o abismo empoeirado;
não permita que a poeira sensual o subjugue.

“Tal qual um passarinho sujo de terra
com uma sacudida se livra do pó grudado,
da mesma forma, um bhikkhu energético e com atenção plena,
com uma sacudida se livra do pó grudado.”

Então, aquele bhikkhu, estimulado por aquela devata, adquiriu um senso de urgência.

 


 

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Revisado: 5 Fevereiro 2005

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